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BERSHKA: Elife desenvolve o primeiro Bot global

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Publicado a Julho 4, 2019

BERSHKA: Elife desenvolve o primeiro Bot global
Conheça as várias as funcionalidades deste suporte de comunicação!

Isto foi o que descobrimos através das suas pesquisas no Google
Como os resultados das pesquisas do Google interferem na jornada digital do consumidor

A gestão de dados da sua empresa é eficaz?
Estudos comprovam que as empresas não sabem gerir os seus bancos de dados

Influenciadores: one night stand ou uma relação sólida e duradoura?
Influenciadores como co-criadores de conteúdo

1 de Julho de 2019

www.elifeportugal.com

CHATBOTS
BERSHKA: Elife desenvolve o
primeiro Bot global

Conheça as várias as funcionalidades deste suporte de comunicação!



Este projeto Elife desenvolvido para a Bershka – marca de roupa espanhola do grupo Inditex – está disponível para os 15 países onde a marca está presente e em dois idiomas: inglês e espanhol

De entre as várias potencialidades, destaque-se, por exemplo, a possibilidade de os utilizadores poderem visualizar notícias sobre produtos das categorias do seu interesse (com integração no feed do Facebook), de acordo com o país onde se encontram.

A cada duas ou três semanas, a marca vai colocar em destaque um influenciador ou uma celebridade para divulgação das preferências de estilo e dicas de moda e beleza. Além disso, existe a possibilidade de se saber mais sobre as performances Bershka On Stage – um conjunto de concertos com uma coleção de roupa associada.

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ESTUDO E.LIFE
Isto foi o que descobrimos através
das suas pesquisas no Google

Como os resultados das pesquisas do Google interferem na jornada digital do consumidor

Num mundo em que cada vez mais tudo é digital e em que o consumidor começa a sua jornada de compra online, até os negócios mais tradicionais começam a entender a necessidade de se adaptarem aos novos tempos e demandas dos seus clientes. 

Quantas vezes procurou um canal de atendimento ou relacionamento para um serviço ou empresa e não encontrou exatamente o que procurava? Como é que isso afetou a sua experiência?

Neste estudo, procuramos entender como é que as empresas estimulam o acesso aos seus pontos de contacto digitais através dos resultados de pesquisas do Google.

FONTE: E.LIFE

LEIA AQUI OS RESULTADOS DO NOSSO ESTUDO

BIG DATA
A gestão de dados da sua empresa é eficaz?
Estudos comprovam que as empresas não sabem gerir os seus bancos de dados

As bases de dados das empresas cada vez mais se tornam essenciais para a definição de estratégias e resolução de problemas.

No entanto, as empresas começam a sentir dificuldades em gerir estas massas de informação.

Seja por falta de organização, dificuldade de filtrar dados pertinentes e falta de partilha desses dados entre departamentos, as empresas cada vez mais entendem que a gestão de data é uma tarefa complexa e para a qual necessitam de tecnologias e métodos que as ajudem a gerir e a obter o máximo proveito destas ferramentas.

FONTE: Serasa Experian – Pesquisa Global de qualidade de dados 2019

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OPINIÃO
Influenciadores: one night stand ou
uma relação sólida e duradoura?

Influenciadores como co-criadores de conteúdo

Os influenciadores digitais são a grande carta na manga dos marketers.

Sendo verdadeiros casos de sucesso, a relação de confiança que estabelecem com os seus seguidores é uma apetecível vantagem para as marcas que pretendem divulgar os seus produtos e serviços.

Mas será que tudo vale nesta relação entre as marcas e os influencers? Descubra a opinião de Joana Carravilla, Country Manager Iberia da Elife, no Imagens de Marca.

FONTE: IMAGENS DE MARCA

LEIA O ARTIGO

OPINIÃO
O mundo na mão e dois pássaros a voar
A opinião de Marta Pais Oliveira, Head of Business da SA365 Portugal

A Internet e as tecnologias do século XXI têm vindo a mudar os ritmos de vida e os próprios hábitos dos consumidores.
Por vezes, é difícil acompanhar o passo destas mudanças, especialmente agora que os negócios se movimentam, cada vez mais, em espaços digitais.
Neste ritmo estonteante em que é necessário saber tomar decisões rápidas e adaptar-se às novas possibilidades, estarão as marcas a saber arriscar o suficiente para evoluírem?
OPINIÃO DE MARTA OLIVEIRA NO ECONÓMICO