Tendências 2022: Social Commerce e Live commerce

Tendências 2022: Social Commerce e Live commerce

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Publicado a Dezembro 28, 2021

O ano de 2021 foi, sem dúvida, atípico para as pessoas, tanto para as suas vidas pessoais como para os negócios. Com a continuação do lockdown, campanhas de vacinação, crises políticas e novas variantes do coronavírus, alguns dos comportamentos já presentes na vida das pessoas em 2020 acentuaram-se, enquanto que outros começaram a indicar um retorno a uma vida um pouco mais livre. De qualquer forma, existem mudanças de comportamento que tendem a manter-se no futuro. Tendências 2022: Social Commerce e Live commerce.

Como já pode ter lido, a Elife listou 10 tendências para 2022. Comportamentos que vão estar presentes no dia a dia das pessoas e empresas e que o poderão ajudar a tomar decisões para o novo ano. Hoje trazemos a penúltima tendência sobre o Social Commerce e o Live commerce.

 

Consolidação do Social Commerce e Live commerce

O social commerce, estratégia de comercialização online focada em redes sociais ou em outras plataformas de social media, como WhatsApp ou Facebook Messenger, é uma forma de negócio que se fortaleceu bastante durante a pandemia, principalmente para pequenos negócios no Instagram. Os novos desafios são lidar com um mercado cada vez mais pulverizado, em que players de todos os tamanhos ofereçam experiências de compra completamente alocadas em plataformas sociais, sem nunca direcionar o comprador para fora do canal em que ele já está inserido.

A tendência também é apontada pelo Hootsuite no seu Social Trends Report. Nele, a empresa defende que o crescimento de compras e de fornecedores online durante a pandemia não é um comportamento que se vá reverter num futuro próximo, uma vez que as barreiras existentes para muitos compradores estavam ligadas à segurança – tanto da transação quanto da entrega e qualidade do produto – e foram quebradas.

As redes sociais também se estão a movimentar para criar facilidades para que os seus usuários passem a adotá-las também como marketplaces  (como por exemplo a possibilidade de se indexar fornecedores diretamente no Whatsapp).

Por enquanto, a tendência tem sido mais usada por pequenos players e negócios de pessoas físicas nestes ambientes, mas este tipo de PDV deve crescer em 2022, o que trará novas presenças de atendimento e novos canais a nosso dia a dia, além da oportunidade de novos clientes de menor porte e a necessidade de monitorar uma concorrência mais pulverizada.

Social-Commerce brasileiro de plantas no Instagram

Uma faceta particular do social commerce que tem vindo a  ganhar espaço é o live commerce. Esta categoria, muito trabalhada pelas Americanas durante a Black Friday de 2019, associa as lives – formatos de conteúdo ao vivo divulgados por redes sociais – com plataformas de vendas e de social commerce e prometem estabelecer-se em 2022.

Segundo um artigo publicado pela Think with Google, durante a pandemia, houve um aumento de 450% nas buscas por lives. E os dados revelam que 70% dos brasileiros conectados já compraram algo que viram num vídeo no YouTube. Segundo a empresa, o formato também motiva a tomada de decisão do cliente, já que concentra num só espaço informações sobre um produto ou serviço e a forma de comprá-lo.

O YouTube, atento à tendência, tem vindo a desenvolver formas de integrar a experiência de shopping e criar estratégias para gerar maiores taxas de conversão.

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Social Commerce na Prática

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Por Breno Soutto, Head of Insights do grupo Elife